Processo de Francisco de Barros Viana

Crime/Acusação

bigamia

Data da prisão

20/02/1794

Estado civil

casado

Idade

40 anos

Mãe

Maria da Silva

Morada

Brasil

Naturalidade

Freguesia de São Miguel de Oriz, Braga

Origem

Inquisição de Lisboa

Pai

Francisco de Barros

Sentença

auto-da-fé privado de 24/10/1796. A Inquisição de Lisboa mandou o réu apresentar-se todos os dias na Sala da mesma, excepto nos dias feriados, e que não saísse da cidade sob pena de ser gravemente castigado.

Cônjuge

Angélica Rosa de Santo António, exposta

Cargos, funções, actividades

vivia do negócio da compra e venda de gado

Notas

O réu casou a 3ª vez com Maria do Nascimento, da cidade da Baía, e a 4ª vez com Maria Joaquina do Nascimento, viúva do alferes João Baptista, da comarca de S. Paulo, Brasil, estando viva ainda a 2ª mulher Angélica Rosa de Santo António (pois era viúvo de Maria Alves do Rosário) residente no Porto, em Portugal. Aquando dos proclames do matrimónio com a 4ª mulher, o réu mudou o seu nome e o estado civil. O réu apresentou-se ainda no Brasil para ser ouvido; veio num navio para Portugal, e foi julgado em Lisboa.

Outras formas do nome

Francisco José Viana

Data da confissão

22/01/1795