Processo de frei Alexandre de Múrcia

  • Código de referência: PT/TT/TSO-IL/028/00136
  • Crime/Acusação: proposições heréticas, blasfémias, solicitação
  • Data da prisão: 01/03/1712
  • Estado civil: solteiro
  • Estatuto social: cristão-velho
  • Idade: 56 anos
  • Mãe: D. Catarina Montoya Navarro, cristã-velha
  • Morada: convento dos Capuchos de Santo António do Curral, Lisboa
  • Naturalidade: Moratalha, bispado de Múrcia, Espanha
  • Origem: Inquisição de Lisboa
  • Pai: D. João Lopes Xileron, cristão-velho, regedor perpétuo da cidade de Murçia e Depositário dos Pretendentes da Inquisição de Múrcia e titular do mesmo Tribunal
  • Sentença: auto-da-fé de 24/10/1717. Abjuração em forma, cárcere e hábito penitencial perpétuo sem remissão, com insígnias de fogo, privado de voz activa e passiva, suspenso do exercício de suas ordens para sempre, reclusão irremissível nos cárceres do Santo Ofício, instrução na fé católica, penitências espirituais.
  • Cargos, funções, actividades: religioso da Ordem dos Capuchinhos de São Francisco da Província do Sangue de Cristo dos reinos de Valença e Múrcia
  • Notas: Em [27/12/1730], o réu faleceu nos cárceres da Inquisição.
  • Outras formas do nome: D. Diogo Xileron Montoya